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Martelo
Demolidor DEWALT D25900K é o melhor do mercado
Testes comprovaram a
superioridade do equipamento nas mais diversas situações
de uso
Não há nada tão sujo,
enferrujado e difícil como serviços de demolição,
especialmente quando se quebra tijolo e concreto. O
trabalho é desgastante tanto para a equipe quanto para
as ferramentas, por isso, é preciso ter em mãos o melhor
maquinário do mercado, capaz de superar as mais difícies
tarefas.
Para descobrir qual a melhor
ferramenta para isso, foi realizado em um canteiro de
obras de Nova Iorque um grande teste com cinco tipos de
marteletes de diferentes marcas que durou dez semanas.
Os resultados comprovaram a qualidade e a superioridade
do D25900K, o martelete da DEWALT.
No teste foram utilizadas
cinco ferramentas: Bosch 11316EVS, DEWALT D25900K, Hilti
TE 805, Hitachi H60MRV e a Makita HM1202C. De acordo com
Erik Elwell, Nova Iorque, por exemplo, uma cidade
envolta em concreto e pedra necessita muito de trabalhos
de demolição e para isso é utilizado o martelete de 10
quilos. Ele é pesado o suficiente para quebrar coisa
duras, mas versátil e leve o bastante para trabalhar em
diversas posições e locais (e ainda cabe na caixa de
ferramentas e no caminhão).
Critérios de testes
Na empresa de Erick Elwell
quebra-se muito concreto, pedras e blocos. Já tentaram
utilizar marteletes mais pesados para esses trabalhos,
mas eles freqüentemente causam mais mal do que bem, pois
podem resultar (muitas vezes) em canos quebrados e tetos
rachados, além de serem difícies de guardar.
Marteletes que pesam entre 9 e
11 quilos são mais práticos. Sua razão poder/peso
forneçe a força de que se precisa para quebrar lajes e a
agilidade e o balanço necessário para difíceis trabalhos
de demolição e de limpeza de superfícies. Sendo assim,
durante os testes foi avaliado o poder puro em
aplicações tipo britadeira, com ação para baixo e em
posições frontais e superiores para fazer o trabalho de
perfuração, abrindo paredes de blocos. Além disso, as
ferramentas foram utilizadas em várias posições para
quebrar paredes de pedras e limpar superfícies de
concreto. Para isso buscou-se por um equipamento mais
bem balanceado e com fácil acesso as chaves de comando.
Segundo Elwell, qualquer um
que já tenha trabalhado com essas ferramentas também
valoriza os recusos de redução de vibração, observados
em todo ciclo de teste, bem como os mecanismos
“amigáveis” de troca de brocas.
Energia pura
Em cima: o corpo em linha do
martelete DEWALT permite que a broca tenha impacto
direto
Em baixo: o fácil acesso às
chaves, como no caso da DEWALT, é ideal para trabalho
cuidadoso
Se um martelete não tiver a
força de demolição de que se precisa, todo equilíbrio e
ergonomia não teriam importância, comenta Elwell. Por
esse motivo, a bateria de teste foi iniciada com o
quesito poder. Depois foram analisados conforto e a
vibração em situações específicas.
A prova de fogo era remover
uma cobertura de concreto de 4” sobre uma laje de um
prédio antigo, para fazer uma reforma em um apartamento
do sexto andar. O processo envolveu uma montanha de
concreto extremamente duro de quase 100 anos de idade e
dias de corte de lascas.
O martelete DEWALT D25900K
teve o melhor desempenho na tarefa de corte de lascas
com a ferramenta virada diretamente para baixo,
quebrando toneladas de concreto. Seguido da DEWALT veio
o Hilti. A Bosch e a Makita também tiveram bons
desempenhos. A Hitachi parecia não ter impacto pelo qual
Elwell procurava, muito embora essa ferramenta tenha
sido uma das mais pesadas que testou.
Tipo de corpo
O grupo de teste incluia
ferramentas com dois tipos de desenhos de corpo, algo
que teve um papel fundamental no desempenho das
ferramentas. O projeto da DEWALT foi o melhor avaliado:
com broca e o motor em linha do punho, a ferramenta tem
bom equilíbrio e controle. Todo peso fica em linha com a
broca, e para Elwell isso ajuda a ferramenta a
distribuir o impacto diretamente na extremidade de
trabalho.
Os motores das outras
ferramentas estão deslocados da linha central delas. A
empresa de Elwell não tem equipamento científico para
quantificar de que forma isso afetou o desempenho dos
marteletes, mas a experiência profissional da equipe,
apontou que ferramentas com projetos de corpos
deslocados tinham que trabalhar mais para remover o
material.
Troca de broca
Quebrar uma superfície de
cobertura de uma laje, como seria de se esperar,
consumiu muitas brocas. Levantar uma ferramenta de 10
quilos e batalhar para trocar a broca pode irritar o
funcionário e diminuir o ritmo da equipe. A maioria dos
equpamentos testados tem bons sistemas: a da Hilti é
impecável e fácil de usar. A Bosch também é boa, mas dá
um pouco mais de trabalho. A DEWALT e a Makita ficaram
em terceiro lugar e a Hilti acabou sendo a mais difícil
de trocar. Todas as ferramentas, exceto a Hilti, aceitam
brocas SDS Max; esta última aceita as brocas da TE.
Rotação da broca
Todas as ferramentas testadas
deixam o usuário girar as brocas de pá para personalizar
a orientação da broca com relação à ferramenta e ao
trabalho de manobras em ambientes apertados. Embora
raramente utilizado, esse recurso é útil quando se
precisa dele. A Bosch, DEWALT, Hitachi e Makita exigem
deslizamento de um anel no mandril e depois do
reposicionamento do mesmo de volta na cabeça da broca.
Uma presilha mostra quando o mandril está encaixado. A
broca octagonal TE utilizada pela Hilti funciona
diferentemente: o usuário gira a peça, remove-a e insere-a
de volta no mandril. Embora isso não requeira uma etapa
a mais, o recurso foi utilizado tão pouco que isso não é
um grande problema. Além disso, menos peças móveis no
mandril podem ser um benefício a longo prazo.
Ergonomia e sutileza
O punho almofadado e o grande
poder do Hilti combinam de tal forma que criam um
martelo robusto. O porta-broca da Makita é mais durável
e foi mais fácil trocar a broca dessa ferramenta.
A idéia de haver “ergonomia e
sutileza” em um martelete parece um paradoxo até começar
a se comparar as ferramentas em outras situaçõe de uso
do que as de fazer cortes para baixo. Foram utilizadas
cada uma das ferramentas para limpar beiras e cortar o
concreto ao redor de canos, conduítes, aço estrutural,
fendas e acabamentos – situações que não exigem tanta
força, mas facilidadede uso e controle. É até uma boa
idéia reduzir a energia quando se trabalha ao redor das
peças quebráveis para ajudar a controlar a ferramenta,
de modo que o acesso às chaves e controles também a
chave neste tipo de trabalho.
A DEWALT tem controles de
energia bons e bem acessíveis, pois seu corpo em linha
permite um bom equilíbrio em várias posições de trabalho.
O mostrador de energia é fácil de ler e alcançar. É,
também, grande e acessível o suficiente para usar com ou
sem luvas. A Hilti, Makita e Bosch têm controle
adequados e um bom equilíbrio. Os controles e a
ferramenta foram fáceis de alcançar e usar. Já os da
Hitachi eram muito difícies de ler e acessar e estão
alojados de tal modo que são expostos ao acúmulo de
poeira. O equilíbrio também não foi o esperado.
Arrombamento
Depois de demolir o piso,
começou-se a remover aberturas nas paredes e a lasca por
cima. É nessa hora que a localização da chave liga/desliga
é vital e o equilíbrio da ferramenta, sem dúvida,
valioso. Ninguém quer ficar procurando a melhor posição
para segurar uma ferramenta vibratória ou seu
interreptor liga/desliga com 10 quilos por cima da
cabeça.
Novamente, os controles e o
toque da DEWALT foram os melhores. O equilíbrio foi
enorme, gatilho tipo pistola posicionado no canto
interno do agarre foi fácil de aciona/desativar,
enquanto se mantém as mãos na empunhadeira.
O torque da Bosch e da Makita
também foram bons, embora utilizem chaves diferentes. O
gatilho da Bosch é fácil de aciona/desativar e o da
Makita engrena bem. O equilíbrio da Hilti é bom, seu
interruptor mais fácil de localizar e o nível de
controle de energia bom. O desenho da Hitachi deixou a
desejar: o equilíbrio não era aquilo que se esperava e o
interruptor mais difícil de usar que o previsto.
Vibrações
Empresas de ferramentas usam
dois métodos básicos para combater a vibração nesta
categoria de martelete. Nas primeiras, na Bosch, Hilti,
Hitachi e Makita, nenhum item age especificamente nas
vibrações, mas sim suas peças e recursos – como o
balanço, amortecedores de borracha, agarres acolchoados
e isolamento das partes vibratórias das peças
não-vibratórias – funcionando em harmonia para gerenciar
e controlar como a ferramenta vibra. Nesta categoria,
cada empresa ajusta suas ferramentas de modo diferente,
mas o método é o mesmo.
O segundo método é o Controle
Anti-Vibração, patenteado da DEWALT. É um mecanismo
baseado em uma mola de torção que se ajusta dentro do
mecanismo de impacto e martelada da ferramenta.
Toma-se ciência de como esses
métodos funcionam no local de trabalho, ao serem
realizados trabalhos frontais e superiores. Esse tipo de
uso realmente traz a percepção de cada balanço e
vibração que a ferramenta traz. O agarre e o desenho da
Hilti permitiu o melhor acolchoamento e reduziu as
vibrações muito bem. A DEWALT também prestou atenção
nisso, com um agarre bem acolchoado. As ferramentas da
Bosch, Hitachi e Makita tinham punhos e agarres
adequados.
Conforto
A troca de brocas da Hilti é
excelente. A grande chave deslizante da Bosch é fácil de
alcançar e ativar.
Caixas
Boas caixas de ferramentas
sempre são importantes, mas com martelos de mais de 10
quilos – além das brocas – elas são ainda mais
importantes. Essas ferramentas exigem caixas que
consigam resistir não apenas ao peso da ferramenta
batendo de um lado ao outro, mas também uma coleção de
brocas pesadas que, juntas, podem chegar a pesar 15 a 20
quilos.
Felizmente, as caixas deste
grupo eram todas adequadas. Todas são de plástico, mas
são resistentes o suficiente para agüentar o peso. As
caixas da Hilti, Hitachi e DEWALT foram as mais
apreciadas no teste. A parte de cima e de baixo da caixa
da Hilti são idênticas, o que faz com que a pessoa acabe
abrindo a caixa de cabeça para baixo com certa
freqüência. Entretanto, um simples X de fita adesiva em
cima da caixa resolve esse problema. As caixas da Bosch
e da Makita funcionam bem, embora pudessem ser mais
espaçosas. A melhor notícia de todas é que as abas
internas de posicionamento da ferramenta nas caixas são
dispostas com clareza, facilitando retirar e
reposicionar a ferramenta na caixa.
Vencedores
Este teste de ferramenta
estabeleceu o recorde para a conta mais alta de caçamba
que Elwell já teve. Quebrou toneladas de concreto,
blocos e pedras durante semanas de trabalho pesado com
esses marteletes.
Elwell gostou mais do modelo
DEWALT – ela é uma ferramenta muito boa de demolição.
Seu equilíbrio é muito bom e gostou mais do desenho em
linha de seu corpo. Todos os controles estão no lugar
certo e as vibrações são bem amortecidas. Também gostou
da Hilti. Com sua construção robusta ela deve resistir
ao teste do tempo, algo a se considerar quando se
constata seu preço mais alto. A troca da broca é fácil
de fazer e ela tem a melhor redução de vibrações.
A Bosch e a Makita terminam em
um respeitável terceiro lugar. Elas são ferramentas bem
projetadas com bastante poder e confortáveis para usar
em várias posições e com diversos tipos de materiais.
A nova ferramenta da Hitachi
não parece ter o poder e nem o desempenho que se
precisamos.
- Erik Elwell é proprietário
da Thompson Construction, uma empresa de reformas
residenciais e comerciais sofisticadas de Nova Iorque.
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