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23 de Novembro de 2008
 
Notícias

Martelo Demolidor DEWALT D25900K é o melhor do mercado

Testes comprovaram a superioridade do equipamento nas mais diversas situações de uso

Não há nada tão sujo, enferrujado e difícil como serviços de demolição, especialmente quando se quebra tijolo e concreto. O trabalho é desgastante tanto para a equipe quanto para as ferramentas, por isso, é preciso ter em mãos o melhor maquinário do mercado, capaz de superar as mais difícies tarefas.

Para descobrir qual a melhor ferramenta para isso, foi realizado em um canteiro de obras de Nova Iorque um grande teste com cinco tipos de marteletes de diferentes marcas que durou dez semanas. Os resultados comprovaram a qualidade e a superioridade do D25900K, o martelete da DEWALT.

No teste foram utilizadas cinco ferramentas: Bosch 11316EVS, DEWALT D25900K, Hilti TE 805, Hitachi H60MRV e a Makita HM1202C. De acordo com Erik Elwell, Nova Iorque, por exemplo, uma cidade envolta em concreto e pedra necessita muito de trabalhos de demolição e para isso é utilizado o martelete de 10 quilos. Ele é pesado o suficiente para quebrar coisa duras, mas versátil e leve o bastante para trabalhar em diversas posições e locais (e ainda cabe na caixa de ferramentas e no caminhão).

Critérios de testes

Na empresa de Erick Elwell quebra-se muito concreto, pedras e blocos. Já tentaram utilizar marteletes mais pesados para esses trabalhos, mas eles freqüentemente causam mais mal do que bem, pois podem resultar (muitas vezes) em canos quebrados e tetos rachados, além de serem difícies de guardar.

Marteletes que pesam entre 9 e 11 quilos são mais práticos. Sua razão poder/peso forneçe a força de que se precisa para quebrar lajes e a agilidade e o balanço necessário para difíceis trabalhos de demolição e de limpeza de superfícies. Sendo assim, durante os testes foi avaliado o poder puro em aplicações tipo britadeira, com ação para baixo e em posições frontais e superiores para fazer o trabalho de perfuração, abrindo paredes de blocos. Além disso, as ferramentas foram utilizadas em várias posições para quebrar paredes de pedras e limpar superfícies de concreto. Para isso buscou-se por um equipamento mais bem balanceado e com fácil acesso as chaves de comando.

Segundo Elwell, qualquer um que já tenha trabalhado com essas ferramentas também valoriza os recusos de redução de vibração, observados em todo ciclo de teste, bem como os mecanismos “amigáveis” de troca de brocas.

Energia pura

Em cima: o corpo em linha do martelete DEWALT permite que a broca tenha impacto direto

Em baixo: o fácil acesso às chaves, como no caso da DEWALT, é ideal para trabalho cuidadoso

Se um martelete não tiver a força de demolição de que se precisa, todo equilíbrio e ergonomia não teriam importância, comenta Elwell. Por esse motivo, a bateria de teste foi iniciada com o quesito poder. Depois foram analisados conforto e a vibração em situações específicas.

A prova de fogo era remover uma cobertura de concreto de 4” sobre uma laje de um prédio antigo, para fazer uma reforma em um apartamento do sexto andar. O processo envolveu uma montanha de concreto extremamente duro de quase 100 anos de idade e dias de corte de lascas.

O martelete DEWALT D25900K teve o melhor desempenho na tarefa de corte de lascas com a ferramenta virada diretamente para baixo, quebrando toneladas de concreto. Seguido da DEWALT veio o Hilti. A Bosch e a Makita também tiveram bons desempenhos. A Hitachi parecia não ter impacto pelo qual Elwell procurava, muito embora essa ferramenta tenha sido uma das mais pesadas que testou.

Tipo de corpo

O grupo de teste incluia ferramentas com dois tipos de desenhos de corpo, algo que teve um papel fundamental no desempenho das ferramentas. O projeto da DEWALT foi o melhor avaliado: com broca e o motor em linha do punho, a ferramenta tem bom equilíbrio e controle. Todo peso fica em linha com a broca, e para Elwell isso ajuda a ferramenta a distribuir o impacto diretamente na extremidade de trabalho.

Os motores das outras ferramentas estão deslocados da linha central delas. A empresa de Elwell não tem equipamento científico para quantificar de que forma isso afetou o desempenho dos marteletes, mas a experiência profissional da equipe, apontou que ferramentas com projetos de corpos deslocados tinham que trabalhar mais para remover o material.

Troca de broca

Quebrar uma superfície de cobertura de uma laje, como seria de se esperar, consumiu muitas brocas. Levantar uma ferramenta de 10 quilos e batalhar para trocar a broca pode irritar o funcionário e diminuir o ritmo da equipe. A maioria dos equpamentos testados tem bons sistemas: a da Hilti é impecável e fácil de usar. A Bosch também é boa, mas dá um pouco mais de trabalho. A DEWALT e a Makita ficaram em terceiro lugar e a Hilti acabou sendo a mais difícil de trocar. Todas as ferramentas, exceto a Hilti, aceitam brocas SDS Max; esta última aceita as brocas da TE.

Rotação da broca

Todas as ferramentas testadas deixam o usuário girar as brocas de pá para personalizar a orientação da broca com relação à ferramenta e ao trabalho de manobras em ambientes apertados. Embora raramente utilizado, esse recurso é útil quando se precisa dele. A Bosch, DEWALT, Hitachi e Makita exigem deslizamento de um anel no mandril e depois do reposicionamento do mesmo de volta na cabeça da broca. Uma presilha mostra quando o mandril está encaixado. A broca octagonal TE utilizada pela Hilti funciona diferentemente: o usuário gira a peça, remove-a e insere-a de volta no mandril. Embora isso não requeira uma etapa a mais, o recurso foi utilizado tão pouco que isso não é um grande problema. Além disso, menos peças móveis no mandril podem ser um benefício a longo prazo.

Ergonomia e sutileza

O punho almofadado e o grande poder do Hilti combinam de tal forma que criam um martelo robusto. O porta-broca da Makita é mais durável e foi mais fácil trocar a broca dessa ferramenta.

A idéia de haver “ergonomia e sutileza” em um martelete parece um paradoxo até começar a se comparar as ferramentas em outras situaçõe de uso do que as de fazer cortes para baixo. Foram utilizadas cada uma das ferramentas para limpar beiras e cortar o concreto ao redor de canos, conduítes, aço estrutural, fendas e acabamentos – situações que não exigem tanta força, mas facilidadede uso e controle. É até uma boa idéia reduzir a energia quando se trabalha ao redor das peças quebráveis para ajudar a controlar a ferramenta, de modo que o acesso às chaves e controles também a chave neste tipo de trabalho.

A DEWALT tem controles de energia bons e bem acessíveis, pois seu corpo em linha permite um bom equilíbrio em várias posições de trabalho. O mostrador de energia é fácil de ler e alcançar. É, também, grande e acessível o suficiente para usar com ou sem luvas. A Hilti, Makita e Bosch têm controle adequados e um bom equilíbrio. Os controles e a ferramenta foram fáceis de alcançar e usar. Já os da Hitachi eram muito difícies de ler e acessar e estão alojados de tal modo que são expostos ao acúmulo de poeira. O equilíbrio também não foi o esperado.

Arrombamento

Depois de demolir o piso, começou-se a remover aberturas nas paredes e a lasca por cima. É nessa hora que a localização da chave liga/desliga é vital e o equilíbrio da ferramenta, sem dúvida, valioso. Ninguém quer ficar procurando a melhor posição para segurar uma ferramenta vibratória ou seu interreptor liga/desliga com 10 quilos por cima da cabeça.

Novamente, os controles e o toque da DEWALT foram os melhores. O equilíbrio foi enorme, gatilho tipo pistola posicionado no canto interno do agarre foi fácil de aciona/desativar, enquanto se mantém as mãos na empunhadeira.

O torque da Bosch e da Makita também foram bons, embora utilizem chaves diferentes. O gatilho da Bosch é fácil de aciona/desativar e o da Makita engrena bem. O equilíbrio da Hilti é bom, seu interruptor mais fácil de localizar e o nível de controle de energia bom. O desenho da Hitachi deixou a desejar: o equilíbrio não era aquilo que se esperava e o interruptor mais difícil de usar que o previsto.

Vibrações

Empresas de ferramentas usam dois métodos básicos para combater a vibração nesta categoria de martelete. Nas primeiras, na Bosch, Hilti, Hitachi e Makita, nenhum item age especificamente nas vibrações, mas sim suas peças e recursos – como o balanço, amortecedores de borracha, agarres acolchoados e isolamento das partes vibratórias das peças não-vibratórias – funcionando em harmonia para gerenciar e controlar como a ferramenta vibra. Nesta categoria, cada empresa ajusta suas ferramentas de modo diferente, mas o método é o mesmo.

O segundo método é o Controle Anti-Vibração, patenteado da DEWALT. É um mecanismo baseado em uma mola de torção que se ajusta dentro do mecanismo de impacto e martelada da ferramenta.

Toma-se ciência de como esses métodos funcionam no local de trabalho, ao serem realizados trabalhos frontais e superiores. Esse tipo de uso realmente traz a percepção de cada balanço e vibração que a ferramenta traz. O agarre e o desenho da Hilti permitiu o melhor acolchoamento e reduziu as vibrações muito bem. A DEWALT também prestou atenção nisso, com um agarre bem acolchoado. As ferramentas da Bosch, Hitachi e Makita tinham punhos e agarres adequados.

Conforto

A troca de brocas da Hilti é excelente. A grande chave deslizante da Bosch é fácil de alcançar e ativar.

Caixas

Boas caixas de ferramentas sempre são importantes, mas com martelos de mais de 10 quilos – além das brocas – elas são ainda mais importantes. Essas ferramentas exigem caixas que consigam resistir não apenas ao peso da ferramenta batendo de um lado ao outro, mas também uma coleção de brocas pesadas que, juntas, podem chegar a pesar 15 a 20 quilos.

Felizmente, as caixas deste grupo eram todas adequadas. Todas são de plástico, mas são resistentes o suficiente para agüentar o peso. As caixas da Hilti, Hitachi e DEWALT foram as mais apreciadas no teste. A parte de cima e de baixo da caixa da Hilti são idênticas, o que faz com que a pessoa acabe abrindo a caixa de cabeça para baixo com certa freqüência. Entretanto, um simples X de fita adesiva em cima da caixa resolve esse problema. As caixas da Bosch e da Makita funcionam bem, embora pudessem ser mais espaçosas. A melhor notícia de todas é que as abas internas de posicionamento da ferramenta nas caixas são dispostas com clareza, facilitando retirar e reposicionar a ferramenta na caixa.

Vencedores

Este teste de ferramenta estabeleceu o recorde para a conta mais alta de caçamba que Elwell já teve. Quebrou toneladas de concreto, blocos e pedras durante semanas de trabalho pesado com esses marteletes.

Elwell gostou mais do modelo DEWALT – ela é uma ferramenta muito boa de demolição. Seu equilíbrio é muito bom e gostou mais do desenho em linha de seu corpo. Todos os controles estão no lugar certo e as vibrações são bem amortecidas. Também gostou da Hilti. Com sua construção robusta ela deve resistir ao teste do tempo, algo a se considerar quando se constata seu preço mais alto. A troca da broca é fácil de fazer e ela tem a melhor redução de vibrações.

A Bosch e a Makita terminam em um respeitável terceiro lugar. Elas são ferramentas bem projetadas com bastante poder e confortáveis para usar em várias posições e com diversos tipos de materiais.

A nova ferramenta da Hitachi não parece ter o poder e nem o desempenho que se precisamos.

- Erik Elwell é proprietário da Thompson Construction, uma empresa de reformas residenciais e comerciais sofisticadas de Nova Iorque.

 

 


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