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23 de Novembro de 2008
 

Como já vimos a matéria prima para o ar comprimido é o ar atmosférico, portanto é necessária a captação de um determinado volume do mesmo e aplicação de uma força mecânica sobre seu volume para se obter redução e conseqüente pressão, permitindo que desta forma este volume se converta em energia. O fator mais importante no processo de geração de ar comprimido é o volume ou seja, a vazão volumétrica de ar. Até porque a pressão é resultante da redução de um volume e esta não seria obtida sem o mesmo. Os compressores, portanto, captam o ar do meio onde se encontra livre e submetem-no a uma redução do seu volume em circuito fechado, armazenando-o em volume e pressão alterada, conferindo-lhe características e propriedades diferentes, transformando-o de elemento passivo em energia altamente eficiente.

O volume de ar deslocado com um compressor, é medido de maneiras diversas sendo que a mais utilizada é o PCM ou pé cúbico por minuto. A pressão resultante da redução deste volume, também é medida utilizando-se dos mesmos valores que medem a pressão atmosférica, sendo que a mais comum é a lbf/pol², libras força por polegada quadrada. A função básica de um compressor de ar é o deslocamento de um volume por minuto. Secundariamente, este volume é reduzido conferindo-lhe uma pressão maior que a pressão atmosférica.

  

Depois de utilizado o ar poderá voltar a sua forma natural, graças a sua outra característica, a elasticidade, logo que extinta a força que incidia sobre seu volume.
  

TABELAS DE CONVERSÃO DE  PRESSÃO E VAZÃO VOLUMÉTRICA